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Música e Consciência - 29/04/2010
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Não deixe para comprar seu ingresso na última hora, o número de lugares é limitado. Adquira o seu em qualquer unidade do SESC em São Paulo.
A ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais) - www.anda.jor. br – realizará um show para sensibilizar as pessoas em relação aos direitos animais e à preservação do planeta, no próximo dia 29 de abril, no SESC Pompéia (choperia), às 21h.
Grandes nomes da música brasileira, como: Fernanda Porto, Nuno Mindelis, Palavra Cantada, Patrícia Marx, Renato Teixeira, Teatro Mágico já estão confirmados. A atriz Gabriela Duarte também estará presente para chamar a atenção sobre a necessidade de mudarmos nossas atitudes.
O concerto “ANDA – Música e Consciência – Pelos animais, pelo Planeta” pretende disseminar por meio da música e dos artistas a importância de vivermos em harmonia, respeitando a vida.
Durante o evento, o artista plástico ambiental Alexandre Huber, pintará um grande painel retratando animais marinhos (a vida nos oceanos).
Será o primeiro show no Brasil com a proposta de levar uma mensagem de convivência pacífica e ética com todos os seres. Os artistas dão um exemplo de consciência ao se reunirem para cantar e se apresentar sem cachê. Todo o evento está sendo construído com colaborações voluntárias.
As emissões de gases estufa provocadas pela realização do show "ANDA – Música e Consciência" serão neutralizadas com o plantio de árvores no Parque Ecológico do Tietê. A iniciativa é uma parceria da ANDA com o Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza.
Mis sobre a ANDA (Informar para Transformar)
A ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais – foi fundada em 28 de novembro de 2008 pela jornalista Silvana Andrade e tem como seus principais objetivos difundir informações e valores que gerem consciência para defesa e garantia dos direitos animais, incentivar à reflexão sobre a necessidade de mudar a maneira como os animais são considerados na sociedade, gerar a percepção de que podemos construir um mundo de paz para todos os seres e criar ações que estimulem a convivência harmônica entre pessoas e animais.
A equipe é formada por jornalistas, filósofos, biólogos, nutricionistas, advogados, promotores públicos, professores, escritores, publicitários, entre outros profissionais que atuam voluntariamente na ONG. Atualmente são 36 colunistas, além das colunas, o site conta com mais de 300 artigos postados e entrevistas exclusivas. Cerca de 50% das notícias publicadas são produzidas pela redação da ANDA, o restante são clipadas de outros veículos. Com tão pouco tempo de existência, a ANDA já conta com cerca de 200 mil acessos únicos por mês e internautas em 65 países.

Serviço:
Anda – Música e Consciência Pelos Animais, pelo Planeta
Data: 29/04/2010
Horário: 21h
Censura livre
Local: Sesc Pompéia - Choperia - São Paulo / SP
Ingressos: R$20,00 (inteira), R$10,00 (meia-entrada) e R$ 5,00 (comerciários)
Idealização e Realização: ANDA
Parte da renda será revertida para a ONG

Uma grande lição de amor ao próximo e à vida

por Daniela Pessoa 13/01/2010

Ela escolheu a medicina, mais do que profissão, como uma missão de vida. Zilda Arns, médica pediatra e sanitarista nascida em Santa Catarina, enveredou pelos caminhos da saúde pública para salvar crianças pobres da mortalidade infantil, da desnutrição e da violência familiar e social. A solidariedade estava no sangue e o desejo de ajudar o próximo era inabalável. Vítima do terremoto que assolou, no dia 12 de janeiro, o Haiti, a médica tinha 73 anos, morava em Curitiba e deixa cinco filhos, dez netos, mais uma grande lição de amor ao próximo, de vida.

Representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), do Conselho Nacional de Saúde e membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), Zilda estava em uma missão humanitária e, no momento do terremoto, andava pelas ruas com um sargento do Exército brasileiro. Ela faleceu nos escombros.

Em 1980, Zilda Arns já havia sido convidada para coordenar a campanha de vacinação Sabin no combater à primeira epidemia de poliomielite, criando um método próprio mais tarde adotado pelo Ministério da Saúde. Em 1983, fundou a Pastoral da Criança, apoiada pela Unicef e atuante em 27 países, tornando-se coordenadora nacional da organização. Em 2004, foi a vez da Pastoral da Pessoa Idosa. Ambos são organismos de ação social da CNBB.

A médica era uma mulher que vivia para a assistência humanitária e essa foi sua grande lição. Em 27 anos de trabalho, a Pastoral da Criança conta com a ajuda de mais de 260 mil voluntários e atende quase 2 milhões de gestantes e crianças menores de seis anos, além de 1,4 milhão de famílias pobres em 4.063 municípios brasileiros.

Irmã de Dom Paulo Evaristo Arns, Zilda foi mãe dedicada de seus próprios filhos, mas o povo era a sua segunda família. Em especial as crianças. Ela desenvolveu uma metodologia que incluía a educação como fonte de prevenção de doenças e da marginalidade social. Um dos principais projetos coordenados pela médica era o de alimentação enriquecida, que visava educar as populações carentes sobre as formas de enriquecer a alimentação do dia a dia com alimentos disponíveis na região.

Não à toa, o reconhecimento por seu trabalho atravessou fronteiras. Zilda Arns participou de eventos em diversos países da África, Europa, além de percorrer toda a América Latina divulgando o trabalho da Pastoral da Criança.

Sua atuação rendeu diversos prêmios e homenagens no Brasil e no mundo, como a comenda da Ordem do Rio Branco (2001), Prêmio de Direitos Humanos (USP / 2000), Personalidade Brasileira de Destaque no Trabalho em Prol da Saúde da Criança (conferido em 1998 pela Unicef), Heroína da Saúde Pública das Américas (conferido pela Organização Pan-Americana de Saúde em 2002).

O prêmio Woodrow Wilson veio em 2007, o Opus Prize, da Opus Prize Foundation (EUA), chegou em 2006 pelo inovador programa de saúde pública que ajuda milhares de famílias carentes. Além disso, Zilda recebeu o título de doutor honoris causa em cinco universidades, entre outros prêmios. Em 2001, a Pastoral da Criança brasileira concorreu ao Prêmio Nobel da Paz, conferido ao então secretário-geral da ONU, Kofi Annan.

O governo paranaense decretou luto oficial por três dias. Que esse tempo possa servir para todos nós refletirmos sobre o legado humanitário de Zilda Arns e nos inspirarmos nessa mulher que abraçou o Brasil e o mundo.

Uma questão fundamental:

Na escola em 1969 e em 2009...

Essa foi a pergunta vencedora num congresso sobre vida sustentável.

"Todos pensam em deixar um planeta melhor para os nossos filhos... Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro da própria casa e recebe o exemplo dos seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...

DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA AIDS

Crianças fazem homenagem a portadores do vírus HIV em Tayuan, na província chinesa de Shanxi.

Foto: Reuters

“Pérolas Imperfeitas”

Museu de Arte Moderna da Bahia recebe o premiado fotógrafo David Glat para exposição em novembro.

Imagens com movimento, opulência das formas, efeitos ilusionistas, predomínio das curvas e do retorcido. Com essa abordagem visual David Glat apresenta a exposição “Pérolas Imperfeitas”, com 10 fotografias em grandes dimensões. A exposição estará em cartaz de 10 de novembro a 09 de dezembro na Galeria Subsolo do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM). Como atividade educativa dentro do projeto Inter.Mediações, o público terá uma visita mediada com o artista, no dia 19 de novembro, às 16h. A abertura acontece no dia 09 de novembro, ás 19h, entrada franca.
Esta não é a primeira vez que David Glat expõe no MAM. Em 1994 participou, em parceria com Ray Vianna, com três obras do 1º Salão da Bahia e em 2006 trouxe a foto-instalação “Torta Xadrez II” no 13º Salão da Bahia. Dessa vez, David traz as “Pérolas Imperfeitas” que apresentam uma nova visão de algumas das mais conhecidas referências históricas e arquitetônicas de Salvador.
A exposição é um exercício barroco-contemporâneo a partir do patrimônio histórico da cidade. David Glat assume esse caráter de desconstrução do espaço institucionalizado, exercitando o barroco através de uma linguagem visual contemporânea.
Ladeiras, portais, fortificações, casario, altares e fachadas de igrejas, estes verdadeiros “ícones” da nossa paisagem urbana são registrados através de movimentos de câmera e intervenções gestuais, incorporando o conceito de “fotografia expandida”, que valoriza o processo criativo e o fazer fotográfico. A imagem em expansão e a busca da multiplicidade dos procedimentos, com o propósito de produzir um resultado estético perturbador. “Por meio do uso da gestualidade durante o processo de registro das imagens, pode-se amortecer ou acelerar a velocidade mecânica do equipamento, criar distorções, alongamentos, achatamentos, ondulações, segmentações, sinuosidades, abstrações e combinações variadas destes "efeitos”, afirma David.
"Esta ‘imprecisão da aparência’ (termo de M. Maffesoli) nos é apresentada enfatizando o conflito, o artifício e a ilusão, alguns parâmetros que podemos transpor à contemporaneidade para questionar o lugar que ocupa a própria imagem na sociedade ocidental atual, e a forma como entendemos e lidamos com o tempo e o espaço, aqui subvertidos e recriados", diz a diretora do MAM, Solange Farkas.
“Com uma longa experiência ligada à fotografia publicitária e à racionalidade técnica, David Glat buscou, para criar suas “Pérolas Imperfeitas”, substituir a razão quase absoluta desta herança publicitária, pelo uso da intuição e do sentimento. A intenção foi levar o espectador a observar uma sucessão de jogos visuais formados por curvas, contracurvas, alongamentos, abstrações e ritmos, criados a partir de movimentações com a câmera realizadas no momento mesmo da tomada das fotos e com poucos ajustes e manipulações posteriores. Uma viagem capaz de provocar visões distorcidas, exaltando emoções e explorando a dramaticidade. Utilizando o gesto para redesenhar o nosso legado histórico, um barroco trazido da Europa, mas que em nossas terras adquiriu características diferenciadas principalmente no uso de cores mais fortes e pela exuberância dos detalhes e de ornamentos, David mostra que possui um entendimento perfeito da simbiose entre arte e fotografia”, diz o curador da exposição Justino Marinho.

A leitura poética das “Pérolas Imperfeitas”

“Ver o mesmo objeto por um outro viés, desalienar o objeto, ampliando o seu rotulado caráter turístico e ampliando os seus significantes. Quando o artista retorce o mar da Barra, em frente ao Forte de Santa Maria, por exemplo, cria uma imagem que já é poesia além da própria poesia que a natureza já é por si. A força da fotografia atua aqui, expandindo a realidade. Realidade e distorção desta realidade entram em conflito para se produzir uma nova síntese, uma nova cidade barroca dentro da velha cidade. É bom ver as pessoas olhando os lugares já tão conhecidos e tirando tantas outras novas interpretações. Isso amplia os modos de ver, e nos coloca novamente num estado de contemplação. O estado da poesia é o da contemplação. E precisamos de um público de fotografia que novamente se renda à contemplação. E consiga se deixar divagar diante de novas imagens, como estas, de paisagens já tão conhecidas, apesar da banalização, da saturação e do verdadeiro bombardeio fotográfico produzido nos nossos dias”, afirma Adelice Souza autora do texto poético da exposição.

O artista – David Glat

Carioca de nascimento, desde 1976 David Glat reside em Salvador, onde se dedica à fotografia e ao design gráfico. Como fotógrafo publicitário e designer, recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais.
Como fotógrafo autoral, entre 1978 e 1999 participou de diversas exposições coletivas, entre as quais se destacam: Salão Fotobahia (de 1978 a 1984) no foyer do Teatro Castro Alves (TCA) e no Museu de Arte da Bahia (MAB), “Mostras da Fotografia Contemporânea Baiana (1995 e 1996)” no MAM, “450 Motivos Para Amar Salvador” (1999) no Instituto Geográfico da Bahia, “A História da Fotografia na Bahia” (2006) no MAM, “O Sensível Contemporâneo” (2009) na Escola de Belas Artes da UFBA. Em 2003 apresentou no TCA, no V Mercado Cultural, a exposição individual “Soterurbanoramas”.
Além desta “Pérolas Imperfeitas”, que depois da exposição no MAM passará por outras 6 capitais, desenvolve atualmente quatro projetos: “Urbanoramas” – com curadoria de Rubens Fernandes Jr, “Urbanidades” – em parceria com a artista plástica Maria Adair; “Tortas Panorâmicas” – a continuação do projeto iniciado com a “Torta Xadrez” - e “A Feira de Feira da Feira”, com curadoria de Justino Marinho.

Serviço
Exposição Pérolas Imperfeitas – David Glat
Galeria Subsolo do Museu de Arte Moderna da Bahia
Abertura: 09 de novembro de 2009, às 19h.
Visitação: 10 de novembro a 09 de dezembro de 2009
Terça a domingo, das 13h às 19h, sábado, das 13h às 21h.

Inter.Mediações
Galeria Subsolo do Museu de Arte Moderna da Bahia
Visita mediada com o artista
Período e horário: 19 de novembro de 2009, às 16h.
Entrada Franca

Museu Rodin - Salvador

por Ana Belizário, 26 de Outubro de 2009
Foto: Divulgação

Será (re)inaugurado em novembro o Museu Rodin de Salvador, depois de muita polêmica e atrasos (o governo baiano havia prometido, para a abertura em 2006, 62 esculturas das quais apenas 4 até hoje compõe o acervo do museu). Entre os motivos do atraso, além de questões políticas de toda ordem, houve também questões técnicas (como a não-aprovação do projeto de climatização pela instituição francesa).
O projeto que ficou por conta do escritório Brasil Arquitetura, dos arquitetos Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci, integra uma ala contemporânea – projeto que levou, entre outras premiações, o primeiro prêmio na Biena da Arquitetura de São Paulo de 1997 – ao Palacete Comendador Catharino, casarão neoclássico francês, construído em 1912, projetado pelo arquiteto italiano Baptista Rossi.
O belo projeto de restauro e o sensível projeto da ala contemporânea, nos fazem pensar em tempos em que a arquitetura pode promover transformações na sociedade, introduzindo cultura e erudição sem perder de vista a realidade do usuário. Os atrasos, atitudes políticas e outros percalços obscuros nos fazem pensar que ainda temos um longo caminho a percorrer!

Veja mais sobre o projeto em:
www.brasilarq.com.br

Medalhas de Olímpíada são feitas de placas antigas de computador

Peças são gravadas a laser e terão formato único.Serão produzidas mais de mil medalhas com circuitos reciclados.

Do G1, em São Paulo

Medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno serão feitas de circuitos de computador.
(Foto: Divulgação)

Os campeões dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, que serão realizados em fevereiro do próximo ano na cidade de Vancouver, no Canadá, não serão agraciados com ouro, prata e bronze como de costume. Em vez disso, eles pendurarão um material muito mais tecnológico em seus pescoços: placas de circuitos de computador derretidas e recicladas.
Na realidade, o trabalho de reciclagem coleta os metais ouro, prata e bronze dos circuitos reciclados de computadores antigos para produzir as medalhas. Os detalhes são gravados a laser e cada corte é único, fazendo com que cada peça seja diferente da outra. Ainda, elas terão desenhos e ondulações que remetem à história e ao relevo de Vancouver.
Ao todo, serão produzidas 615 medalhas para os Jogos Olímpicos e 399 para os Jogos Paraolímpicos com o material.

Alunos aprendem a ser DJs em escola do Ceará

Maria Ferreira Amorim Internauta, Itatira, CE
Vc no G1


Alunos aprendem a ser DJs através de atividades extra-curriculares
(Foto: Maria Ferreira Amorim/VC no G1)


A Escola Nazaré Guerra de Itatira, há 212 quilômetros de Fortaleza, realiza neste mês um curso de DJ e criação de jingles musicais voltado aos alunos que pretendem atuar na carreia musical.
Os estudantes precisam realizar trabalhos voluntários na rádio escola da rede de ensino. O curso será aplicado pelos DJ Lion e DJ Dragon, ambos também alunos do Ensino Médio na unidade Lagoa do Mato.
Os softwares que os alunos aprenderão a usar no curso serão usados na rádio para organização de playlist, criação de efeitos e jingles dos programas. Após aprenderem a usar as ferramentas tecnológicas, os alunos terão uma noção de textos jornalísticos com os professores de Linguagem e Códigos.
A escola foi construída em 1970 pela prefeitura do município e recebeu o nome de uma militante de direitos humanos locais, Maria de Nazaré Guerra Rego. Hoje, a instituição, atualmente pertencente a Secretaria de Educação do Ceará – Seduc, a rede de ensino conta com várias
atividades extracurriculares que qualificam o currículo do aluno para a profissão que eles desejam seguir.

Com game de sustentabilidade, estudantes de Bauru viram empresários

09/10/09 - 14h52 - Atualizado em 09/10/09 - 14h53
Gustavo Petró Do G1, em São Paulo

'City Rain' mistura gênero de jogos para ensinar cuidados com a natureza.Versão em português do jogo será lançada no SBGames.

'Sophie's Dreams, jogo do gênero de plataforma, chega em breve para o iPhone.(Foto: Divulgação)

Quem conversa com Túlio Soria não imagina que o jovem de 22 anos já é um empresário de sucesso na indústria de videogames brasileira. Ao lado de mais dois colegas de faculdade, ele comanda seu próprio estúdio de desenvolvimento de jogos, lançou um game no exterior e produz um título exclusivo para o iPhone. Agora, ele se prepara para trazer ao Brasil a versão em português do principal título de sua produtora, City rain”, jogo com foco na sustentabilidade que será lançado no SB Games, Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital, que ocorre no Rio de Janeiro até este sábado (10).

Baixatudo: baixe a demo de ‘City rain’

O jogo é vendido por meio de download e custa US$ 9,95. Por enquanto, a versão é em inglês. O game em português estará disponível a partir de segunda-feira (12) pelo mesmo preço.
“City Rain”, um game com temática educacional, mistura dois jogos bastante conhecidos dos gamers: “Tetris” em “Sim city”. O primeiro é um game que tem como objetivo encaixar peças com formas geométricas variadas e formar linhas cheias para fazer com que elas sumam da tela. Foi criado pelo russo Alexey Pajitov em 1984. O segundo, desenvolvido pelo designer americano Will Wright em 1989, coloca o jogador no papel de prefeito de uma cidade.

City rain' ensina sobre os cuidados com a natureza e como ter um meio ambiente sustentável. (Foto: Divulgação)


A mistura que originou “City rain” também exige que o jogador seja o prefeito de uma cidade, focando na criação de um ecossistema auto-sustentável. A diferença é que “peças” como casas, escolas, shoppings, aterros sanitários e indústrias caem do céu e é preciso pensar rápido para colocá-las no lugar certo sem prejudicar a natureza. Leia mais...

Boa música no feriado

Jobim, Chico, Caimmy e muita Bossa no Yoko

Neste domingo uma ótima opção para quem gosta de boa música e quer aproveitar o feriado. A Banda Nova Bossa se apresenta no Restaurante Yoko, que fica no Rio vermelho, a partir das 19h. Com um estilo autêntico e sofisticado o grupo interpreta grandes sucesso do samba e da bossa nova, tendo como principais influências nomes da música brasileira e baiana, como; Tom Jobim, Chico Buarque e Dorival Caimmy. Buscando uma sonoridade contemporânea a banda promete um show marcante tendo como foco o samba.

Roska dobrada e rodízio, a noite toda.
Couvert: R$ 8,00
Reservas e informações: 3011-4662 7811-2816
Restaurante Yoko - R. Borges dos Reis, 16, Rio Vermelho



Consumo verde: Eco-friendly como estilo de vida

4 de outubro de 2009 - Revista Muito

Katherine Funke

Foto: Santinha
A mudança dos padrões de consumo exige uma transformação cultural do consumidor. Sabendo disso, pense em todas as coisas que você consumiu hoje, desde a hora em que saiu da cama até agora. Avalie: de onde vieram esses objetos? Você realmente precisa deles? Durante a produção, houve algum cuidado para reduzir desperdícios? E mais: quantos litros de combustível tiveram de ser queimados no transporte? Esse tipo de pergunta deve fazer parte de todo ato de consumo consciente, consumo responsável, consumo verde ou eco-friendly.
Fabricantes de automóveis como, General Motors, a Fiat e Toyota, estão investindo em carros elétricos por conta da crise financeira por conseqüência das ações da sociedade de consumo. Os carros são uma resposta para a certeza de que o colapso chegará, e com tudo, para mercados que ignorem a importância da sustentabilidade para o planeta. No Brasil, um terço de tudo o que se compra vai direto para o lixo. De acordo como Instituto Akatu, de São Paulo.
Henry Wilians Rizzardi, diretor da AFG, empresa que está instalando filial na Bahia, com foco em energias alternativas, crédito de carbono e desenvolvimento limpo, acredita que a tendência seja, a solidificação do mercado verde e da consciência verde no Brasil e no mundo. A idéia, não como necessidade e sim como estilo de vida, já toma conta de discussões em todo planeta.
A artista plástica Denise Noronha, 48, especializada em ecovilas recomenda a mudança como incentivo para que as indústrias percebam que a transformação, nesses padrões de consumo è necessária ao bem estar comum. Robson Oliveira, 50, fotógrafo e cientista coordena o Floresta Mobile, um projeto que recicla restos de madeireiras maranhenses e cearenses e transforma esse material em móveis de alto design.

Foto: Santinha
Como um dos modelos, a poltrona Kyoto que virou símbolo da Unesco por ser o produto que garante a segurança alimentar de moradores do campo, ao mesmo tempo em que proporciona a baixa das emissões de carbono. Salvador já possui uma cooperativa que colabora com o consumo consciente.
A Colivre (Cooperativa de Tecnologias Livres) que fica no bairro do Canela, em Salvador e acaba de lançar a rede social colaborativa Noosfero. Programa que já foi traduzido para outras línguas como francês, inglês, português e armeno. Os benefícios em relação a outras redes sociais são a autonomia sobre o potencial da ferramenta e, do ponto de vista político, a não-colaboração com corporações comerciais que captam gratuitamente informações dos usuários para vender a outras empresas.
A designer de moda e educadora Alethea Yf, 35 sonha com o dia em que todas as roupas serão produzidas de forma socialmente justa – ou seja, com matéria-prima ecológica, respeito aos trabalhadores envolvidos, redução de poluição no processo e nos deslocamentos necessários para as peças chegarem ao consumidor final. Ela ajudou a coordenar uma confecção totalmente responsável em Salvador. Porém, o mercado local não conferiu sustentabilidade econômica ao projeto da marca Toca. Mas Aletha não desiste. Produz roupas com dupla função. Exemplo disso é o vestido-saia que pode ser utilizado das duas formas.
Seja consciente, também no lazer. Evite jogar lixo na areia da praia. Sacolas, embalagens de plástico e pontas de cigarro, latas de alumínio e palitinhos são os objetos mais encontrados nas areias das praias (os dados foram constatados pelo Interact Club de Lauro de Freitas. O grupo têm feito limpeza na areia do Porto da Barra e da Praia do Surfe, em Villas do Atlântico). Esses materiais são levados pela maré podendo sufocar os peixes e outros animais que dependem da limpeza do habitat para viver. Na área de tecnologia, também é possível ter consumo consciente.

Foto: leo.pire.to
Softwares livres podem ser usados, copiados e alterados sem que sejanecessário pagar nada por isso. Optar por um software livre é uma atitude verde em muitos sentidos. Em primeiro lugar, significa eliminar gastos com deslocamentos e embalagens, já que esses programas estão disponíveis para download na internet. A medida também evita o descarte de máquinas antigas. Para uma melhor performance da máquina, muitas vezes, não é preciso trocar de computador, e sim de software. Em caso de grandes redes, também se podem ligar computadores antigos em um servidor mais potente, em vez de trocá-los.
Desperdício de alimentos, gasto excessivo de água e energia e geração de lixo costumam estar presentes em qualquer cozinha. Mas é preciso muito pouco para mudar hábitos. O óleo usado em frituras, por exemplo, pode ser transformado em sabão para uso doméstico. Luciano Hocevar, 48, engenheiro químico, fundou há seis anos uma empresa de reciclagem de óleo de soja e de dendê.
A Renove recolhe o material em restaurantes, condomínios e outros empreendimentos, beneficia e vende para outras empresas, que o transformam em sabão, massa de vidraceiro, cosméticos e tintas. No site da ONG Paciência Viva você ainda encontra dicas de como colaborar no consumo consciente e estilizar a sua vida com a nova tendência do mercado. Sustentabilidade e consumo consciente.

O direito de expressão é o direito de escutar?

30/09/2009 - 02h09
Por Eduardo Galeano


A tecnologia põe a imagem, a palavra e a música ao alcance de todos, como nunca antes ocorrera na história humana, mas essa maravilha pode se transformar num logro para incautos se o monopólio privado acabar impondo a ditadura da imagem única, da palavra única e da música única. Ressalvadas as exceções, que afortunadamente existem e não são poucas, essa pluralidade tende, em regra, a nos oferecer milhares de possibilidades de escolher entre o mesmo e o mesmo. O texto é de Eduardo Galeano. “Estamos informados de tudo, mas não sabemos de nada” No século XVI, alguns teólogos da igreja católica legitimavam a conquista da América em nome do direito da comunicação. Jus communicationis: os conquistadores falavam, os índios escutavam. A guerra era inevitável justamente quando os índios se faziam de surdos. Seu direito de comunicação consistia no direito de obedecer. No fim do século XX, aquela violação da América ainda se chama encontro de culturas, enquanto continua se chamando comunicação o monólogo do poder.Ao redor da Terra gira um anel de satélites cheios de milhões e milhões de palavras e imagens, que da terra vêm e à terra voltam. Prodigiosas engenhocas do tamanho de uma unha recebem, processam e emitem, na velocidade da luz, mensagens que há meio século exigiriam trinta toneladas de maquinaria. Milagres da tecnociência nestes tecnotempos: os mais afortunados membros da sociedade midiática podem desfrutar suas férias atendendo o telefone celular, recebendo e-mail, respondendo ao bipe, lendo faxes, transferindo as chamadas do receptor automático, fazendo compras por computador e preenchendo o ócio com os videogames e a televisão portátil.Vôo e vertigem da tecnologia da comunicação, que parece bruxaria: à meia-noite, um computador beija a testa de Bill Gates, que de manhã desperta transformado no homem mais rico do mundo. Já está no mercado o primeiro microfone incorporado ao computador, para que se converse com ele. No ciberespaço, Cidade celestial, celebra-se o matrimônio do computador com o telefone e a televisão, convidando-se a humanidade para o batismo de seus filhos assombrosos.A cibercomunidade nascente encontra refúgio na realidade virtual, enquanto as cidades se transformam em imensos desertos cheios de gente, onde cada qual vela por seu santo e está metido em sua própria bolha. Leia Mais...

Unesco declara o tango Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade

Atualizado em 30/09/09 - 14h00


Proposta foi feita conjuntamente por Argentina e Uruguai.Projetos de proteção do tango custarão US$ um milhão aos países.
Da France Presse

Imagem: vivirlatino.com
A Unesco declarou nesta quarta-feira (30) o tango Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade durante uma convenção em Abu Dhabi.
Segundo a Unesco, o patrimônio imaterial mundial, em alguns casos ameaçado de degradação ou desaparecimento, reúne práticas e conhecimentos tidos como parte do patrimônio cultural de determinados grupos ou comunidades.
Ele se manifesta, por exemplo, em expressões orais, artesanato das artes do espetáculo, práticas sociais, rituais ou eventos festivos. Segundo a Unesco, ele completa as listas do patrimônio mundial que incluem centenas de lugares naturais e culturais.
A proposta para que a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) incluísse o tango, música e dança por excelência do Rio da Prata, foi apresentada em conjunto por Argentina e Uruguai.
Depois desta decisão, Argentina e Uruguai deverão adotar medidas que permitam proteger e promover o tango. Os dois países propuseram uma série de projetos que demandarão um investimento de US$ um milhão procedentes dos respectivos ministérios da Cultura. Leia Mais...

Co-autor de 'É proibido fumar' reclama de lei

25/09/09 - 08h00 - Atualizado em 25/09/09 - 08h09
Lígia Nogueira do G1, em São Paulo


Autor do hit 'É proibido fumar' fala sobre o álbum 'Rock 'n' roll'.Livro de memórias 'Minha fama de mau' sai no final de outubro.
Erasmo Carlos lança o disco 'Rock 'n' roll'. (Foto: Divulgação)


De volta aos palcos para a primeira turnê pelo Brasil em cinco anos, com início nesta sexta (25) no Rio de Janeiro, Erasmo Carlos vem cheio de novidades: além do disco “Rock ‘n’ roll”, ele lança no final de outubro o livro de memórias “Minha fama de mau”, pela editora Objetiva. Aos 68 anos, o Tremendão critica o culto às celebridades, diz que a lei antifumo o faz querer ficar em casa e rejeita o rótulo de pai do rock brasileiro. “Embora sempre tivesse gravado rock ‘n’ roll, como eu sou brasileiro, tenho outras influências também. Então sempre estou metido na MPB, trabalhando com Marisa Monte, Simone, Maria Bethânia. Eu já estava com saudades de fazer só rock ‘n’ roll e os fãs também me cobram muito essa coisa da guitarra”, diz o músico, que faz uma ode ao instrumento na canção “A guitarra é uma mulher”, em parceria com Chico Amaral. “Se eu sou o verdadeiro pai do rock brasileiro? Acho isso uma besteira muito grande. São rótulos que as pessoas botam carinhosamente. Uns acham que é o Raul, outros acham que sou eu. Te garanto que o artista não está preocupado com essas coisas. Bem fez a Rita Lee, que para evitar esse negócio de ‘mãe do rock’, foi logo dizendo que era a madrasta. Ela fugiu da polêmica e assumiu uma posição com humor. Então eu sou também o padrasto”, diz Erasmo, com seu bom humor habitual. As sacadas divertidas transbordam das letras de “Rock ‘n’ roll”, geralmente com algum fundo crítico. Na faixa “Cover”, por exemplo, o músico fala sobre “a submissão às coisas que vêm de fora”. “Gostaria que olhassem mais as coisas daqui. Fico pasmo de ver o espaço que dão para a Susan Boyle, que saiu no mundo inteiro, tudo o que ela fazia era notícia. Isso aí é uma 'baba-ovice' tremenda pra mim. Tem muita gente mais consistente no Brasil que não tem espaço na mídia. E a Paris Hilton? Para mim, ela é um sobrenome, uma mulher bonitinha. Eu olho para ela e vejo um hotel, com os braços abertos para receber hóspedes.” Os famosos, aliás, são tema de “Celebridade”, música em parceria com a atriz Patrícia Travassos, mulher de Liminha, produtor do álbum, cuja letra diz: “Se ela vacilar na mídia / Vai acabar dançando o créu”. Erasmo explica: “Eles foram à praia um dia e se inspiraram nas gostosas para compor.” Já “Olhar de mangá” é uma homenagem rasgada às mulheres. Na letra, o autor reúne mais de 50 nomes, de Vera Fischer a Marge Simpson. “Pensei no olhar feminino, que é um olhar brabo. Não é um encontro do dia-a-dia não, eu falo da coisa séria. Os grandes ditadores, deuses do mundo que tinham uma mulher do lado, a importância dela nas grandes decisões, de assuntos assim acaba saindo uma coisa bem humorada. Antes de ver o peito e a bunda, o homem vê o olhar da mulher. É um olhar de escravidão no ato. Aí ele já fica derretido e pronto, ela dá o bote.” Morador da Barra, no Rio de Janeiro, há 15 anos, o Tremendão - autor do lendário hit "É proibido fumar" em parceria com Roberto Carlos - diz que a lei antifumo afetou sua vida. “Jantar fora, agora, é muito mais difícil”, diz. “Gosto de fumar meu cigarrinho com um vinho, um café. Esse prazer eu não tenho mais, então eu não vou. Prefiro não ir e fumar na minha casa, que eu fumo pra caramba, e ninguém me diz nada. Prefiro trazer o restaurante para cá.”
* A postagem desta matéria não tem o intuito de abordar a discussão sobre a lei antifumo, e sim contar as novidades da carreira do artista.

O QUE É DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL?

Site WWF-Brasil - 24/09/2009


A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.
Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.

O que é preciso fazer para alcançar o desenvolvimento sustentável?

Para ser alcançado, o desenvolvimento sustentável depende de planejamento e do reconhecimento de que os recursos naturais são finitos.
Esse conceito representou uma nova forma de desenvolvimento econômico, que leva em conta o meio ambiente.
Muitas vezes, desenvolvimento é confundido com crescimento econômico, que depende do consumo crescente de energia e recursos naturais. Esse tipo de desenvolvimento tende a ser insustentável, pois leva ao esgotamento dos recursos naturais dos quais a humanidade depende.
Atividades econômicas podem ser encorajadas em detrimento da base de recursos naturais dos países. Desses recursos depende não só a existência humana e a diversidade biológica, como o próprio crescimento econômico.
O desenvolvimento sustentável sugere, de fato, qualidade em vez de quantidade, com a redução do uso de matérias-primas e produtos e o aumento da reutilização e da reciclagem.

Os modelos de desenvolvimento dos países industrializados devem ser seguidos?

O desenvolvimento econômico é vital para os países mais pobres, mas o caminho a seguir não pode ser o mesmo adotado pelos países industrializados. Mesmo porque não seria possível.
Caso as sociedades do Hemisfério Sul copiassem os padrões das sociedades do Norte, a quantidade de combustíveis fósseis consumida atualmente aumentaria 10 vezes e a de recursos minerais, 200 vezes.
Ao invés de aumentar os níveis de consumo dos países em desenvolvimento, é preciso reduzir os níveis observados nos países industrializados.
Os crescimentos econômico e populacional das últimas décadas têm sido marcados por disparidades.
Embora os países do Hemisfério Norte possuam apenas um quinto da população do planeta, eles detêm quatro quintos dos rendimentos mundiais e consomem 70% da energia, 75% dos metais e 85% da produção de madeira mundial

Artistas se dividem sobre compartilhamento na Web

Seg, 21 Set, 04h55
Foto: Arquivo /AE


LONDRES (Reuters) - Os principais artistas da música pop britânica revelaram opiniões divergentes sobre como lidar com o compartilhamento ilegal de arquivos na Internet nesta segunda-feira, com a cantora Lily Allen criticando uma nova declaração assinada por um grupo de artistas que inclui Annie Lennox e a banda Radiohead.

No centro do debate está uma proposta do governo britânico que bloqueia o acesso à Internet de pessoas que violarem a lei recorrentemente ao baixarem músicas de sites de compartilhamento de arquivos na Web.
As propostas, divulgadas no mês passado, incluem: exigir que provedores de acesso à Internet ajam contra pessoas com antecedentes, reduzir a velocidade de conexões ou temporariamente suspender o acesso á Internet de indivíduos.
O grupo Featured Artists Coalition (FAC), que inclui, além de Lennox e Radiohead, os cantores Robbie Williams e Tom Jones, entre dezenas de outros membros, afirmou em comunicado divulgado nesta segunda-feira que as propostas acabariam com uma importante forma de promoção e marketing dos artistas.
"Ao exigir que o governo tenha poder total de suspensão, a indústria corre o perigo de acabar com uma importante ferramenta promocional, que é bastante útil para artistas novos, que buscam gerar um interesse por seu trabalho mas não contam com o apoio financeiro de uma grande gravadora", segundo o FAC.
O grupo acrescenta ainda que o governo só poderia fiscalizar as regras através de uma "ampla invasão de privacidade pessoal".
Já em um novo blog criado para debater a questão de compartilhamento ilegal de arquivos, Allen, que vem conquistando o apoio de outros artistas como James Blunt por sua posição, disse que o novo comunicado do FAC "simplesmente não faz sentido".
(Reportagem de Mike Collett-White)

Catadores terão pagamento por serviços ambientais urbanos

21/09/2009 - 09h09 - Por Alana Gandra, da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O Ministério do Meio Ambiente lança nos próximos dias, em Belo Horizonte, o sistema de pagamento por serviços ambientais urbanos. Segundo o ministro Carlos Minc, o pagamento vai complementar a renda do catador, a exemplo do que foi feito em relação ao pagamento por serviços ambientais, “para a pessoa replantar a Amazônia, as margens dos rios. Antes a pessoa cortava e ganhava. Agora, ganha para plantar”.No novo sistema, voltado para o catador de materiais recicláveis das metrópoles urbanas, Minc salientou que o cálculo de remuneração tomará por base a redução das emissões. “O quanto a catação dele diminui as emissões será o quanto ele vai receber”, disse.Minc lembrou que o catador não tem carteira assinada, não recebe décimo-terceiro salário e corta-se muito com vidros e latas que recicla. “Então, [o pagamento] servirá para dar mais dignidade, mais efetividade para o catador e melhorar a qualidade de vida.”O ministro chamou a atenção para a importância da reciclagem. Esse trabalho consta do Plano Nacional de Mudanças Climáticas, que prevê aumentar o nível da coleta seletiva e das cooperativas de catadores. Ele destacou que a Secretaria Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro apoia várias cooperativas de catadores, com equipamentos e materiais, além de galpões.
(Envolverde/Agência Brasil)
* Sabemos que é um paleativo, mas é um começo.

O que fazer com o lixo doméstico

UOL Ciência e Saúde - 21/09/2009


Foto: ecodesenvolvimento.org.br
O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias.
Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente.
Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem, conforme a "Regra dos Três Erres" preconizada pelos ambientalistas.
A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.
Caso não haja coleta seletiva em seu bairro ou condomínio, procure as cooperativas de catadores e os Postos de Entrega Voluntária (PEVs).

Ler é mais importante do que estudar

“Só Penso Nisso”- UOL
Postado em 15/9/2009 10:30 por
Ziraldo

É possível que eu vá ser repetitivo, mas vamos lá. Já devo ter dito aqui a frase que repito pelo país: ler é mais importante do que estudar. Olha ai: a gente tem que ter muito cuidado com o que diz quando diz uma coisa que pode ser ouvida por muita gente. Há quase trinta anos que tenho andado por este país – que nem o velho Luiz Gonzaga – falando para professores e crianças nas salas de aula e nos auditórios de escolas públicas e privadas. Desde 1980, quando o "Menino Maluquinho" apareceu. Tenho deitado a maior falação sobre os problemas do ensino fundamental no Brasil. Aí, uma professora vem e me escreve: “Você precisa ter cuidado com o que diz quando diz uma coisa que pode ser ouvida por muita gente”. E continuou: “Por exemplo, você me diz que ler é mais importante do que estudar. Como é que eu faço? Se eles ficarem parados no tempo, a culpa vai ser sua”. A minha frase, professora, é uma frase de efeito. Foi feita para despertar as pessoas para a questão da leitura no ensino básico, uma frase feita para inquietar, mesmo. Com um detalhe: ela não precisa explicação, meu Deus! Como é que um menino pode estudar se ele não sabe ler, não é capaz de entender um texto, não consegue se expressar escrevendo? É o impasse filosófico do ovo e da galinha: qual dos dois é mais importante? Parece-me que a resposta é óbvia, não? Estou voltando a falar sobre as questões do ensino porque me parece que, no meio de tantas notícias graves, uma permanece me deixando muito preocupado. Só pode parecer menos grave porque está longe da idéia imediata de morte. Sua gravidade, contudo, é intensa para o país: nossas crianças não sabem ler. Aliás, ninguém sabe ler nesse país!
É claro que dito assim, isto é um exagero. Mas minha intenção, porém, é esta mesmo: inquietar o povo brasileiro para a questão da leitura. É claro que não temos apenas trinta milhões de analfabetos. Temos muitos, muitos mais. Quem sabe ler, mesmo, quem pode ser, realmente, chamado de alfabetizado é aquele que entende o que lê de imediato e que é capaz de se expressar com clareza pela leitura. Aí, você vê, vai sobrar muito pouca gente mesmo. Veja a turminha que chega ao vestibular...Sou um observador permanente do que está se passando no ensino fundamental brasileiro, acredito que seja o leigo, o especulador educacional que mais conhece – digamos, pessoalmente – as escolas deste país. Só não sou um teórico do ensino, não sou semiólogo ou professor, nem me considero um pensador da educação. Sou apenas um daqueles caras que acham que podem dar palpite, pelo muito que já viveram nas redondezas do problema em questão.A professora que me deu o toque – o tal de ter cuidado com o que digo – também perguntou minha opinião sobre o que ela poderia fazer para ajudar o Brasil a não ter resultados tão assustadores no que diz respeito ao aproveitamento do que se ensina nas escolas brasileiras. Digo sempre que o governo deveria dar a mais ampla, a mais absoluta atenção, a prioridade máxima à questão do ensino fundamental. Investir tudo o que estiver ao seu alcance no ensino básico, para mim, é a fórmula ideal. Se o governo resolve hoje o nó górdio que é esta fase do aprendizado infantil, daqui a alguns anos será mais fácil resolver as questões do ensino médio e, em pouco mais de uma década, será bem mais fácil resolver a questão da universidade brasileira. Não é muito difícil perceber onde está a principal falha do nosso ensino fundamental. Os humilhantes resultados do recente provão que se fez com as crianças no país mostraram o que já disse aqui: nossas crianças não sabem ler. Aliás, ninguém sabe ler nesse país!

Intercâmbio: crianças daqui e de lá!

15.set.2009

Mecenas da Vida

No mês de abril desse ano as equipes do Movimento Mecenas da Vida (Brasil) e do Mecenas da Vida La Cellera de Ter (Espanha) iniciaram um intercâmbio de desenhos entre as crianças da APA Itacaré/Serra Grande (filhos das famílias dos agricultores tradicionais que participam do programa Turismo Carbono Neutro) e as crianças da cidade de “La Cellera de Ter” na Catalunha (Espanha).
Na primeira etapa desse intercâmbio, através dos seus desenhos, as crianças daqui contaram para as crianças de lá como é o lugar onde elas vivem: a floresta e tudo o que existe nela.
Esses são alguns dos desenhos daqui que chegaram lá!
Um mês depois eles atravessaram o Atlântico e chegaram até as mãozinhas das curiosas crianças de “La Cellera”, através de um evento preparado pela equipe do Mecenas da Vida La Cellera de Ter, com a distribuição e exposição dos desenhos e fotos das nossas crianças. Foi um momento de muiiiiiiiiiiiiiiiiiiitas perguntas! Elas quiseram saber tudo sobre as crianças daqui: como viviam, como se chamavam, como estudavam, como brincavam…
A galerinha de “La Cellera” recebendo os desenhos e perguntando muiiiiiito!
Após uma rodada interminável de perguntas e muita curiosidade, finalmente chegou a vez das crianças de “La Cellera” preparar seus desenhos e, através deles, contar para as crianças daqui como é que elas vivem lá. E não se contentaram apenas em desenhar! Também prepararam algumas pequeninas lembranças para presentear os novos amiguinhos do Brasil.
Dois meses depois, foi a vez dos desenhos de lá atravessarem o Atlântico e chegarem até os filhos dos agricultores tradicionais daqui. Emoção, carinho e muita curiosidade numa nova rodada de perguntas das nossas crianças; além das histórias pra contar sobre como foi que os desenhos deles chegaram até “La Cellera” e sobre como foi que os amiguinhos de lá viram tudo.
A galerinha daqui acompanhando tudo e recebendo o carinho de lá!
O que permanece de tudo isso é o sentimento de que não importa o quão simples sejam as ações; o importante é preservar a persistência em realizá-las e extrair o poder de transformação que reside em cada uma delas.

***As camisetas do programa Turismo Carbono Neutro encontram-se à venda por R$15,00 na Marimar Presentes, no espaço cultural Urso de Óculos e na Easy Drop. Vista essa idéia e deixe sua semente pessoal de solidariedade em nossa Área de Proteção Ambiental!

Se o seu estabelecimento ainda não participa do Turismo Carbono Neutro, CLIQUE AQUI e veja como fazer parte dessa rede local de neutralização!

Quem sou eu

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Amante da música e conectada com as transformações do planeta.

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